Angela, mas prefiro que me chamem de Angel 🤭. Tenho 45 anos, sou carioca, mãe, esposa e, por 10 anos, atuei na área como técnica de segurança do trabalho. Atualmente, sou artesã, faço biscuit e balas de coco. Sim, aquelas que derretem na boca! 🥳
O que me motivou a correr? Em 2020, nos mudamos para Recife, e chegando aqui, percebi que não poderia mais trabalhar. Por estar longe da família, eu não teria o mesmo suporte que tinha para cuidar do meu filho, que está no espectro autista e precisa de acompanhamento terapêutico. Então, decidi ficar em casa e viver a rotina dele. Com isso, veio a pandemia, engordei muito, a depressão bateu e, nesse contexto, pensei na possibilidade de trotar. Tentar correr 100 metros, já que eu não conseguia nem 50 metros. 😂😂
Assim, comecei a acompanhar algumas mulheres que me inspiraram (e que continuam me inspirando) pelas redes sociais e comecei a me desafiar. Venci os 100 metros, depois os 400... 500... até que completei meu primeiro 1k! Kkkkk e fiquei muito feliz.
Determinei que queria correr 3k sem andar. Kkk, consegui!
Determinei que queria os 5k e consegui. Kkkkk
Até que cheguei nos 10k, e foi um dia em que cheguei em casa muito, muito feliz. 🤭🤭
Busquei os 15k, depois os 21k e, hoje, me tornei maratonista, completando 42k. Não foi fácil, mas eu venci a tão sonhada distância.
Agora, me preparo para a segunda maratona e, junto, um desafio de 4 distâncias. 🤭🥳 Sei que será lindo, pois Deus sempre prepara tudo de maneira perfeita.
Um resumo rápido desses 4 anos que moro em Recife, onde descobri algo que já achava tão lindo, mas que eu via como impossível. Impossível é só uma questão de mentalidade.
É lindo ver que as mulheres arrasam e voam, e elas me inspiraram demais.
Por causa do meu filho, precisei parar com minha profissão, mas não sabia que algo tão extraordinário estava reservado para eu viver.
Um ciclo se fechou para que outro se abrisse, e eu pudesse descobrir a força que estava dentro de mim. E sou muito grata a Deus pela oportunidade que tenho todos os dias de poder fazer o que aprendi a amar.
Correr não é terapia, mas para mim, é terapêutico. A corrida me conecta diretamente com Deus, e agradeço por tudo o que conquistei. Nunca peço, só agradeço!
Notícias
Voltar





